Esse ano contaremos novamente com 8 comitês e também teremos 3 eventos paralelos: Festa Cultural, Festa Temática e Confraternização. Na Festa Cultural os delegados celebram as diferentes culturas de todos os países que são representados no ONU Jr. e quem monta a festa são os próprios delegados. Cada um contribui com alguma coisa: comidas típicas, cartazes, apresentações e etc. A Organização contribui com muita música e comida para manter todos animados. A Festa Temática é uma espécie de festa a fantasia. A Organização sempre propõe um tema para os delegados curtirem a festa e decora o salão inteiro

de acordo com ele. Esse ano, o tema da festa ainda está guardado a 7 chaves, mas em breve será divulgado para os delegados se prepararem! Já a Confraternização surgiu no ano passado para substituir a Copa ONU Jr. Nela, temos o tradicional jogo de futebol, mas agora, além dele, temos uma atração diferente. Ano passado foi realizado um standup comedy comandado por Rafael Studart (Estação Standup e Os Buchas), Marcos Castro (Comédia Carioca), Henrique Fedorowicz (Comédia Carioca) e Nigel Goodman (Louco é Pouco). Esse ano teremos uma nova atração! Fiquem atentos!

Em 2003, a primeira edição do ONU Jr contou com a presença de 120 delegados apenas do Rio de Janeiro, simulando seis comitês, dentre eles o Conselho de Segurança das Nações Unidas,

o Comitê de Desarmamento e Segurança Internacional, e a Organização Mundial do Comércio.

Com 350 delegados, nossa 2ª edição não recebeu somente participantes cariocas, contando também com a presença de estudantes de Minas Gerais, São Paulo e Brasília. Os alunos puderam simular temas como a questão dos subsídios agrícolas

na Organização Mundial do Comércio e a relação entre população e desenvolvimento na Conferência de Revisão do Cairo+10.

Chegando a sua 3ª edição em 2005, o evento deu continuidade às parcerias firmadas no ano anterior, mas também conquistou parcerias novas. A principal foi com a fundação Konrad Adenauer, que possibilitou a criação do Programa de Integração Social (PIS), que desde então tem oferecido aos alunos da rede pública a oportunidade de participar do evento.

Naquela edição, o evento contou com a participação de 315 delegados, organizados em 10 comitês, como a Organização Mundial Saúde, discutindo a questão da AIDS, e dois grupos de trabalho debatendo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (grupo 1: metas de saúde e grupo 2: metas sociais).

A 4ª edição, realizada em 2006, contou com 345 delegados de todo o país e manteve os elevados padrões acadêmicos consagrados nos anos anteriores. Foram simulados 9 comitês, dentre eles o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), debatendo o tráfico de seres humanos,

o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), discutindo a problemática das crianças refugiadas, e o Fórum Econômico Mundial, no qual representantes de países e empresas discutiram o desenvolvimento dos BRICS e energias alternativas.

Em 2007, já na 5ª edição, o ONU Jr propôs 9 comitês, dentre os quais estavam o PNUD, discutindo a relação do desenvolvimento e missões de paz, sendo tratado o caso específico do Haiti, e a UNICEF, discutindo pornografia infantil e pedofilia.

Desta edição, contando com o apoio do “Conversando com as Nações Unidas” e do UNIC-Rio, e com material do PNUMA, UNODC e UNICEF, participaram 320 alunos de todo o país.

A sexta edição do ONU Jr, em 2008, contou novamente com 9 comitês com temas extremamente atuais. Dentre eles, o Conselho OTAN-Rússia, que discutiu as relações entre Moscou e a OTAN, deterioradas com a guerra na Ossétia do Sul, a OPEC, reconsiderando o uso do dólar como moeda de negociação do petróleo,

em um ano no qual as flutuações do dólar e do preço do barril de petróleo foram imensas, e a OEA, na qual se discutiram as tensões militares entre países da América do Sul. Tivemos apoio da UniLasalle, do Curso Clio e da Fundação Konrad Adenauer.

Já a última edição em 2009, teve 261 delegados participantes e contou com 8 comitês, dentre os quais estavam o Pacto de Varsóvia de 1968 que tratava da guinada desviacionista do Partido Comunista da Tchecoslováquia, o UNSC que teve uma “open agenda”, mas veio com novas regras de debate implementadas pelo Secretariado que participou do 1˚ Global Model United Nations (GMUN) e um comitê de Imprensa revolucionário.

Além disso, a 7ª edição criou o Projeto Escola Pública (PEP) que buscava tornar o evento mais abrangente e democrático, oferecendo uma isenção parcial da taxa de inscrição básica aos alunos da rede pública. Tivemos como patrocinadores e colaboradores a UniLasalle, a Fundação Konrad Adenauer e a ActionAid que patrocinou os alunos da Cidade de Deus que participavam do PIS.

Esse ano contaremos novamente com 8 comitês e também teremos 3 eventos paralelos: Festa Cultural, Festa Temática e Confraternização. Na Festa Cultural os delegados celebram as diferentes culturas de todos os países que são representados no ONU Jr. e quem monta a festa são os próprios delegados. Cada um contribui com alguma coisa: comidas típicas, cartazes, apresentações e etc. A Organização contribui com muita música e comida para manter todos animados. A Festa Temática é uma espécie de festa a fantasia. A Organização sempre propõe um tema para os delegados curtirem a festa e decora o salão inteiro

de acordo com ele. Esse ano, o tema da festa ainda está guardado a 7 chaves, mas em breve será divulgado para os delegados se prepararem! Já a Confraternização surgiu no ano passado para substituir a Copa ONU Jr. Nela, temos o tradicional jogo de futebol, mas agora, além dele, temos uma atração diferente. Ano passado foi realizado um standup comedy comandado por Rafael Studart (Estação Standup e Os Buchas), Marcos Castro (Comédia Carioca), Henrique Fedorowicz (Comédia Carioca) e Nigel Goodman (Louco é Pouco). Esse ano teremos uma nova atração! Fiquem atentos!

A realização de Modelos de Organismos Internacionais ou Modelos de Organizações Multilaterais pode ser considerada uma prática recente no Brasil, contudo, no mundo eles têm uma história que remete à Liga das Nações, antecessora da Organização das Nações Unidas. O objetivo geral dos modelos das Nações Unidas é expor os estudantes ao ambiente diplomático encontrado nos foros nos quais é conduzida a política internacional. Constituem-se de breves conferências simuladas, com aproximadamente cinco dias de duração, nas quais alunos de diversas instituições de ensino reproduzem os procedimentos de negociação, tanto formais quanto informais, como observados no âmbito dos mais importantes organismos internacionais.

A participação ocorre por meio de delegações formadas por estudantes, denominados delegados, que buscam compreender a política externa do país representado e conceber estratégias e planos de ação, a partir dos quais negociam com aliados e adversários, solucionam conflitos, preparam projetos de resolução e aprendem as regras procedimentais da ONU. Os estudantes devem perfazer o trabalho de diplomatas da nação designada, atuando nos órgãos e comitês oferecidos pela organização do modelo. Assim, os membros de uma determinada delegação atuam em diversos foros, com tópicos de debate diferentes, utilizando regras de procedimento específicas. Iniciado o debate, os "diplomatas" negociam a respeito de questões pré-determinadas.

Credenciamento
15h às 16h

Revisão de Regras
16h às 18h

Cerimônia de Abertura
18:30h às 20h

Coquetel
20h às 21h

Credenciamento
15h às 16h

Revisão de Regras
16h às 18h

Cerimônia de Abertura
18:30h às 20h

Coquetel
20h às 21h

1ª Sessão
9h às 12h

Almoço
12h às 13:30h

2ª Sessão
13:30h às 16:30h

Coffee Break
16:30h às 17h

3ª Sessão
17h às 19h

Festa Cultural
19h às 23h

Manha Livre

4º Sessão
14h às 16:30h

Coffee Break
16:30h às 17h

5ª Sessão
17h às 19h

Confraternização
19h às 00h

6ª Sessão
9h às 12h

Almoço
12h às 13:30h

7ª Sessão
13:30h às 16:30h

Coffee Break
16:30h às 17h

8ª Sessão
17h às 19h

Festa Temática
19h às 00h

9ª Sessão
9h às 12h

Almoço
12h às 13h

10ª Sessão
13h às 16h

Cerimônia de Encerramento
16h às 19h

O evento será realizado mais uma vez na UniLaSalle-RJ que fica localizada em Niterói. Niterói é uma cidade que por si só possui diversos atrativos, como o Museu de Arte Contemporânea (MAC) projetado por Oscar Niemayer, o belíssimo Teatro Municipal João Caetano e as praias da Região Oceânica. Pode-se observar do lado oposto da Baía de Guanabara uma das vistas mais privilegiadas da cidade e um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro.

A UniLaSalle-RJ – Institutos Superiores de Ensino é uma parte, moderna e arrojada, da imensa obra educativa do grande pedagogo João Batista de La Salle, declarado Patrono Universal dos Educadores pelo Papa Pio XII, em 1950, e implementada por seus herdeiros, os “Irmãos das Escolas Cristãs”, ou “Lassalistas”.

A instituição tem por missão específica ser um espaço aberto de excelência educativa, comprometida com a formação integral de profissionais, priorizando os valores éticos e humanos, baseados num espírito analítico, crítico e inovador, gerando novos conhecimentos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.

A UniLaSalle – RJ oferece uma infra-estrutura sólida e moderna, com equipamentos de última geração, e um corpo docente com 97% de mestres e doutores. Do Instituto Abel ao Ensino Superior, a universidade tem compromisso com a qualidade na educação, oferecendo diversos cursos: Administração, Ciências Contábeis, Computação, Direito, História, Pedagogia e Relações Internacionais. Fonte: http://www.lasalle-rj.org/historia.php

As inscrições serão abertas em breve.

Para maiores informações acompanhe o nosso Twitter ou mande email para onujr@onujr.com

Secretária-Geral
Giovanna Alevato
sg@onujr.com

Vice Secretária-Geral
Natalye Gembatiuk
vsg@onujr.com

Diretora Acadêmica
Bárbara Motta
academico@onujr.com

Diretora Administrativa
Leíticia Tostes
adm@onujr.com

Coord. Acadêmico
João Paulo Georgief
c.academico@onujr.com

Coord. Administrativo
Pedro Sampaio
c.adm@onujr.com






Rodrigo Braga Pereira Ianhez

cominform@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

“Idéias são mais poderosas que armas, nós não deixamos que nossos inimigos tenham armas, por que deixaríamos que tivessem idéias?” - Ióssif Vissarionovich Stálin. 1948, a Europa ainda se recupera da destruição e das tragédias do maior conflito da História. Nesse contexto caótico estão brotando os primeiros sinais da Guerra Fria.

De um lado, os Estados Unidos lançam o seu Plano Marshall de ajuda econômica ao bloco ocidental, de outro, Ióssif Stálin prepara o Bloqueio de Berlim, para sufocar a antiga capital alemã e jogá-la definitivamente para a esfera de domínio soviético. Esfera essa que nunca esteve tão grande e poderosa. Desde 1945, Tchecoslováquia, Alemanha Oriental, Hungria, Polônia, Iugoslávia, entre outros países, se reportavam diretamente a Moscou e se identificavam no bloco oriental. Da União Soviética, o Generalíssimo Ióssif Stálin, agora, mais do que nunca, o Guia Genial

de Todos os Povos comanda todo esse grupo de fraternais nações comunistas. Esse homem goza de imenso prestígio em todos os cantos do globo. Sua liderança do monolítico e crescente bloco socialista é incontestável. Monolítico? Incontestável? No centro de uma das mais conturbadas regiões do Velho Mundo, os Bálcãs, há um país que enfrentou as hordas do Terceiro Reich com bravura e determinação inquestionáveis, sob o comando de um marechal partisano comunista, Josip Broz Tito da Iugoslávia.

Esse homem e seu pequeno país causarão a primeira rachadura no monolítico bloco socialista e questionarão abertamente o modelo stalinista de aplicação do comunismo. É essa acirrada disputa entre Iugoslávia e União Soviética, Tito e Stálin, Davi e Golias, que os delegados do Cominform irão protagonizar. O futuro do marxismo-leninismo está em suas mãos, ou em seus punhos de aço.

Evelyn Soares Carvalho
Maria Julia Torres
Roberta Perini
Thaís Veríssimo
Thaise Constancio Temoteo

imprensa@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

Conhecida como o quarto poder, a imprensa tem grande forca na atualidade. A mídia em geral possui a responsabilidade de moldar a opinião pública sobre assuntos de extrema relevância no mundo. Diversos fatos na historia atual demonstram como o veto a meios de comunicação por parte de Estados e governos despertam a atenção de todo o mundo. Um exemplo recente foi o da blogueira cubana Yoani Sanchez, que tinha o blog mais lido do país e foi censurada pelos governos ditatoriais de Fidel e Raul Castro.

Objetivando aplicar os preceitos básicos do jornalismo e ampliar a visão dos delegados sobre a dinâmica política, econômica e social do mundo, a Sala de Imprensa do VIII ONU Jr. vai replicar quatro grandes publicações no mundo.

O jornal brasileiro Folha de São Paulo; a rede de televisão CNN, dos Estados Unidos; jornal The Star, da África do Sul; e o jornal russo Novaya Gazeta.

Para tanto, serão abertas cinco vagas para cada publicação: uma para editor, uma para fotografo e as outras para repórteres. Todas serão decididas na reunião com os delegados.

Augusto Lepre de Souza
Luísa Reis de Freitas
Thaís Roger Oliveira de Barros
Victor Costa Velho Miranda

bandung@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

“Ouvimos com freqüência que o ‘colonialismo está morto’. Não nos deixemos enganar ou mesmo ser tranqüilizados por isso. Eu lhes digo o colonialismo ainda não está morto. Como podemos dizer que está morto enquanto grandes áreas da Ásia e da África não forem livres?”

Foi com essas palavras que Ahmed Sukarno, presidente da Indonésia abriu os debates e questionamentos sobre o cenário neocolonialista afro-asiático em Abril de 1955. Mais tarde, tais palavras ficariam conhecidas por terem iniciado a Conferência de Bandung.

Na década de 50 o mundo passava por momentos onde a tensão prevalecia. O despertar da Guerra Fria fez com que todas as atenções se voltassem para as atitudes tomadas pelos EUA e pela URSS.

A corrida por aliados era cada vez mais intensa, e se fazia por diversas maneiras, entre elas, através de incentivos econômicos. Os líderes presentes em Bandung acreditavam que era necessário tomar atitudes para defender a autodeterminação dos povos e garantir sua soberania, por isso fizeram desta conferência um modo de expressar suas opiniões e ideais que até então não eram levados em consideração por parte dos demais países.

Como representantes dos países presentes em Bandung, os senhores delegados terão a oportunidade de reviver este momento da história, entender a posição dos países que não estavam no centro do mundo, mas que queriam ter voz ativa após tantos anos de exploração e guerras.

Carlos Eduardo Jaccoud
Gabriel de Oliveira
Luísa Turbino
Verônica Sales

aiea@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

Novas ameaças se fazem presente no panorama internacional. Algumas nações se recusam a cooperar com a AIEA e com a ONU, e chegam a negar nossas resoluções e nossos tratados. O desenvolvimento da energia nuclear sem supervisão e objetivos desconhecidos chama a atenção para um risco que há tempos amedronta toda população mundial: o terrorismo nuclear.

Muitas têm sido as conferências e reuniões que visam uma contribuição mútua entre os países em prol do desarmamento nuclear. Dentre os diversos tratados propostos, O Tratado de Banimento de Matérias Físseis (FMCT), tem sido defendido principalmente pelos EUA como um passo significativo no desarmamento nuclear.

Além disso, o Tratado de não-Proliferação Nuclear ainda não foi assinado por todas as nações do mundo, o que aumenta ainda mais a insegurança dos que assinam e a desconfiança sob aqueles que não o fizeram. A falta de definições de conceitos básicos para o entendimento do tema soma-se as dificuldades em discuti-lo. Esses fatores devem ser tratados com grande seriedade pelos senhores, uma vez que nossa instituição é a responsável por fornecer às Nações Unidas as informações sobre esse assunto.

Será este um risco real? Ou um exagero? Fato é que vários conflitos e tensões já se iniciaram. O mundo já teve sua primeira experiência com ataques nucleares, e caberá a vocês fazer com que tenha sido também o último.

André Akiyama
Bruno Tomas
Maria Eugênia Pitombo
Renato Gomes

ce@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

A integração política e econômica traz cada vez mais benefícios para os habitantes da Zona do Euro. No entanto, naturalmente, irão existir problemas, que devem ser solucionados com a ação conjunta de seus membros. Com a crise financeira internacional enfrentada em 2007, surgem os primeiros contratempos econômicos que são atualmente confrontados. Em uma tentativa de não permitir que a economia entrasse em uma depressão profunda e duradoura, os Estados aumentaram os gastos públicos. Pode-se dizer que o resultado foi positivo.

Apesar de sua gravidade inicial, a última crise não teve os mesmos desdobramentos catastróficos da ocorrida em 1929, quando os Estados demoraram muito a agir. O resultado foi satisfatório, mas em uma conjuntura na qual todos aumentavam suas despesas e a arrecadação caía, a conseqüência natural foi o aumento das dívidas públicas.

Dentre os países que estão em uma situação desconfortável, podemos citar Portugal, Irlanda, Itália, Espanha e o mais grave, a Grécia. Seguidas reuniões e diversas medidas já foram adotadas pelos países em pior estado financeiro, mas como a situação é instável, há ainda muito que resolver.

Foi criado um fundo de emergência de 750 bilhões de dólares e espera-se que isso diminua a incerteza. A crise tem caráter continental e sem dúvida trará conseqüências mundiais; o objetivo é solucioná-la o quanto antes. Problemas de países como a Grécia, apesar de sérios, podem ser resolvidos, se houver disposição política e solidariedade econômica. Nesse contexto, é de extrema importância uma reunião do Conselho Europeu que discuta sobre uma maior fiscalização do déficit dos governos, medidas emergenciais para salvar países em circunstâncias ruins e a criação de um possível FMI europeu.

Antonio Carvalho e Silva Neto
Victor Ribeiro Leivas Dias Ferreira Armond
Vitor Eiró Sterino
Vitor Huho Dahlstrøm

csh@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

A década de 80 foi inaugurada com um conflito que durou quase toda sua extensão, a Guerra Irã-Iraque, e que levou à morte mais de um milhão de pessoas. O emprego de armas químicas, inclusive contra a população civil, estarreceu a comunidade internacional, que imaginava ter acabado o uso de armas de destruição em massa na guerra moderna.

A subida do Aiatolá Khomeini ao poder no Irã foi um duro golpe no Ocidente. Khomeini propunha uma luta contra a influência norte-americana no Oriente Médio e a afirmação de uma identidade muçulmana nos países da região. O Iraque, país vizinho, seria seu próximo alvo. Sabendo disso, diversos países – dentre eles, Estados Unidos e União Soviética – organizaram um patrocínio ao governo anti-xiita de Saddam Hussein para um ataque ao Irã, que veio a ocorrer em Setembro de 1980.

O Conselho de Segurança, nos oito anos de guerra, veio a aprovar mais de dez Resoluções visando ao fim do conflito. No entanto, não obteve muito êxito. Os jogos de poder na região e a forte influência norte-americana e soviética, num período de retomada da Guerra Fria, tornaram a negociação e implementação de qualquer Resolução extremamente complexa.

O ano é de 1987. Uma onda de ataques e contra-ataques de ambos os lados pode levar a guerra a um final desastroso para todos, especialmente para a população civil. O Conselho de Segurança se reúne mais uma vez para decidir que fim levará a guerra, e como conter a força de duas nações enfurecidas.

Diego Bielinski Carvalho
Fernanda Araripe de Paula Xavier
Matheus de Paiva Carvalho
Thereza Balliester Reis

unsc@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

"[A] political equilibrium is neither a gift of the gods nor an inherently stable condition. It results from the active intervention of man, from the operation of political forces. States cannot afford to wait passively for the happy time when a miraculously achieved balance of power will bring peace and security. If they wish to survive, they must be willing to go to war to preserve a balance against the growing hegemonic power of the period." - Nicholas J. Spykman in America's Strategy in World Politics

The current tribulations and disputes taking place in Middle East are not to be regarded as fresh or unforeseen; on the contrary, they are to be understood as the final figure of a sum of different factors.

The very own location of middle-eastern countries contributes to the region being one of the most strained areas in the world.

The utterly strategic geographic position of Middle East led to it’s being a natural passageway from one continent to another. Besides, the discovery of large oil fields drew attention to its economic potential. Geopolitically speaking, the region couldn’t be more valuable.

Religion also plays an important role. Islamism itself presents a wide range of renderings, which sometimes lead to domestic and external confrontations. Since the creation of Israel, many conflicts have taken place, most of them “in the name of God”.

The challenges found in Middle East cannot be underestimated. Will the United Nations Security Council be able to state the Spykman’s “survival of the States” through the total comprehension of the region and its political history?

Felipe Pires Ferreira
Igor Mendes
João Pedro de Sá Teles
Natália Ribeiro Martins Antol’evich
Philip Hime

otan@onujr.com

Guia de estudos (em breve)

“A OTAN entra na segunda década do século XXI como uma fonte essencial de segurança em um mundo incerto e imprevisível. Olhando à frente, a Aliança tem amplos motivos para se sentir confiante. Os princípios democráticos que inicialmente a formaram continuam válidos. O papel da OTAN em manter a unidade, segurança e liberdade da região Euro-Atlântica é contínuo. Seu status de Aliança Político-Militar de maior sucesso do mundo é incontestável.

Ainda assim os sucessos do passado não dão garantias quanto ao futuro. Entre hoje e 2020, eles serão testados pela emergência de novos perigos, as diversas demandas de operações complexas e o desafio de se organizar eficientemente em uma era onde a resposta rápida é vital e os recursos escassos. A OTAN precisa de um novo conceito estratégico porque o mundo mudou significantemente desde 1999, quando o atual conceito foi adotado. Mais dramaticamente,

o 11 de Setembro e os subseqüentes ataques demonstraram as mortais conexões entre tecnologia e terror, provocando uma resposta que levou tropas da OTAN para longe de casa, evidenciou a necessidade de compartilhamento de inteligência agilmente, e complexificou o planejamento de defesa.

Além disto, o regime internacional de não proliferação está sob constante estresse; incidentes de instabilidade ao longo da periferia da Europa reviveram tensões históricas; meios inovadores de colher, enviar e armazenar informações trouxeram com eles novas vulnerabilidades; riscos no suprimento de energia e negligência ambiental ficaram mais evidentes; e a crise econômica mundial gerou preocupações orçamentárias gerais. Claramente, o momento é certo para dar um novo visual para as missões, procedimentos e planos da Aliança.” – NATO 2020: Assured Security, Dynamic Engagement. 17/05/2010.